terça-feira, 28 de abril de 2020

Os Doze Apóstolos (Final)


9 e 10. Tiago e Judas Alfeus

Tiago e Judas, filhos de Alfeus, os pescadores gêmeos que viviam perto de Queresa, foram o nono e o décimo apóstolos, , eles estavam com vinte e seis anos e eram casados; Tiago possuía três filhos e Judas dois.

Estão sendo registrados juntos, pois estes dois homens eram quase idênticos tanto na aparência pessoal como nas características mentais e no alcance da sua percepção espiritual, sendo assim, o que pode ser dito de um deve ser registrado sobre o outro.

Através dos historiadores da época sabemos que eram os principais porteiros nas horas de pregação e, de fato, eram os servidores gerais e mensageiros dos doze.

Tiago e Judas, que também eram chamados de Tadeu e Lebeu, não possuíam pontos fortes nem pontos fracos. Os apelidos dados a eles pelos discípulos eram designações carinhosas dizendo que eles eram “os menores entre os apóstolos”; eles sabiam desse carinho sentiam-se bem com isso.

Os gêmeos eram ajudantes de boa índole, de mente simples, e todos amavam-nos. Jesus não menospreza a pequenez - , apenas a maldade e o pecado - Tiago e Judas eram “pequenos”, mas eram fiéis – isso é realmente importante -  Embora pudessem ser tidos como simples e ignorantes, tinham um coração grande, bom e generoso, transbordante de amor por Jesus e pelo próximo.

Os gêmeos serviram fielmente até o fim, até os dias escuros do julgamento, da crucificação e do desespero, nunca perderam a sua fé em Jesus, e (exceto por João) foram os primeiros a acreditar na sua ressurreição.

11. Simão, o Zelote

Simão zelote, o décimo primeiro apóstolo, era um homem capaz, de bons ancestrais; e vivia com a sua família em Cafarnaum. Tinha vinte e oito anos quando se uniu aos apóstolos.

Era uma pessoa que falava muito sem pensar, mesmo assim a força de Simão estava na sua inspirada lealdade, o lado materialista da sua mente é que pode ser apresentado como “uma fraqueza”.

O que Simão tanto admirava em Jesus era a calma, a segurança, a estabilidade e a serenidade inexplicável do Mestre, um contraponto a sua própria natureza, Simão era como se fosse um revolucionário radical, um pavio destemido de agitação, ele gradualmente colocou sob controle a sua índole inflamada a ponto de tornar-se um pregador poderoso e eficiente da “Paz na Terra e da boa vontade entre os homens”.

“Esse assunto nada tem a ver com o Reino do céu. Devemos dedicar-nos a fazer a vontade do Pai. A nossa obra é sermos embaixadores de um governo espiritual do alto; e não devemos ocupar-nos de imediato com nada que não seja representarmos a vontade e o caráter do Pai divino, que está à frente do governo de cujas credenciais somos portadores”. Era difícil para Simão compreender, mas gradativamente ele começou a captar algo do sentido dos ensinamentos do Mestre e desapegar das coisas e batalhas terrenas e materiais.

Depois da dispersão e das perseguições de Jerusalém, Simão pôs-se temporariamente em retiro, estava perdido e desesperado, mas em poucos anos reanimou as próprias esperanças e saiu para proclamar o Evangelho de Cristo.
Foi para a Alexandria e, após trabalhar Nilo acima, ele penetrou no coração da África, pregando em todos os lugares o evangelho de Jesus e batizando os crentes, ao morrer Simão foi enterrado no coração da África.

12. Judas Iscariotes

Judas Iscariotes, o décimo segundo apóstolo, nasceu em Queriot, uma pequena aldeia no sul da Judéia e quando pequeno, os seus pais mudaram-se para Jericó, os pais de Judas eram saduceus e, quando o filho deles juntou-se aos discípulos de João (Batista), eles o repudiaram.

Ele tinha trinta anos e não era casado quando se juntou aos apóstolos. Ele era provavelmente o mais instruído entre os doze era um bom pensador, mas nem sempre um pensador verdadeiramente honesto. Judas realmente não queria entender a si próprio; ele não era realmente sincero ao lidar consigo mesmo.

O Mestre compreendeu totalmente a fraqueza desse apóstolo, mas a porta da vida eterna está bem aberta a todos; “quem quer que queira entrar, pode vir”; não há restrições ou qualificações, a não ser a  daquele que vem. Contudo, quando a luz não é recebida com honestidade e vivida de acordo, ela tende a transformar-se em trevas dentro da alma.

E essas ideias perversas e perigosas não tomaram forma definitiva até o dia em que uma mulher agradecida entornou um produto valioso aos pés de Jesus, para Judas pareceu um desperdício, e quando o seu protesto público foi tão vivamente desaprovado por Jesus, ali, diante de todos, foi demais, este acontecimento determinou a mobilização de todo ódio, mágoa, maldade, preconceito, inveja e vingança, acumulados durante uma vida.

Judas entrou na intriga baixa e vergonhosa para trair o seu Senhor e Mestre e rapidamente levou adiante o esquema , o plano vil e pecaminoso estava terminado.
Ao vender o seu amigo por trinta peças de prata, para satisfazer a sua há muito alimentada sede de vingança, saiu precipitadamente e cometeu o ato final, no drama de fuga às realidades da existência mortal—o suicídio.

Os onze apóstolos ficaram horrorizados, atordoados, no entanto, Jesus olhou para o traidor apenas com piedade e amor.

sábado, 25 de abril de 2020

João Btista Vida e Ministério



JOÃO BATISTA

Nasceu no ano 7 a.C, de acordo com a promessa feita por Gabriel, a Isabel, por 5 meses Isabel se manteve em segredo sobre a visita de Gabriel, quando contou a seu marido Zacarias, ele ficou muito perturbado, e só acreditou quando teve um sonho inusitado.

Nesta época Maria recebeu a visita do anjo Gabriel, que anunciara que ela seria mãe de um menino o qual daria o nome de Jesus, e ela foi ter com Isabel sua prima, ao chegar lá, o menino de Isabel deu sinal de vida e todos se alegraram.

João teve seus ensinamentos dados por seu pai Zacarias que era profeta, e por sua mãe Isabel, que também tinha um grau de instrução maior que o das mulheres da época, pois ela era filha de Aarão.
Aos 14 anos João fez voto de Nazarita, que era proibido de lidar com mortos, cortar cabelo e fazer uso de bebidas fermentadas, aos 16 anos começou a adotar a maneira de se vestir como Elias, com pele de animais e um cinturão de couro.

João era pastor de ovelhas, e vivia uma vida muito simples, sobrevivia da carne de ovelha, mel silvestre e gafanhotos comestíveis, ele tinha a convicção de que a sua hora estava chegando, para anunciar o novo reino que estava por vir, “ o reino do céu” -      “ nos dias desses reis, o Deus, dos céus, irá estabelecer um Reino que jamais será destruído, e este reino não será entregue a outro povo, mas partirá em pedaços e consumirá todos os outros reinos e permanecerá para sempre”. 



João já era da idade de 28 anos, quando começou com suas pregações, dizendo que “o reino do céu estava para se mostrar”, pregava sobre o reino que viria, mas ele sabia que ele não era Elias, João conhecia bem as escrituras, mas não era letrado, no ano 25 d.C, ele  partiu para pregar o novo Reino.

Continuou a seguir o seu caminho profetizando e batizando, dizendo “arrependei-vos e sede batizados”, era domingo e Jesus foi ao encontro de João para ser batizado, João disse “sou eu que tenho necessidade de ser batizado por ti”, Jesus murmurou, “se tolerante comigo, pois é chegada a minha hora”, Jesus fora batizado, e ao se afastar, ouviu-se um barulho e uma luz vindo do céu sobre a cabeça de Jesus e eles ouviram, “Este é meu filho adorado, a quem me comprazo”, Jesus seguiu em silêncio , e fora para o deserto por 40 dias jejuar, João seguiu a Jesus e disse “agora sei com certeza que és o libertador, o Messias.

João continuou pregando o novo reino que havia de vir, foi perseguido por Herodes, foi preso e mesmo assim não negou a sua fé nem as mensagens que ele trouxe falando do novo reino, no dia do aniversário de Herodes, João Batista foi decapitado, seus discípulos o enterraram e foram ter com Jesus.

SIMILARIDADES ENTRE O MINISTÉRIO DE JOÃO BATISTA E JESUS CRISTO

• Os dois ministérios eram proféticos, anunciavam um novo reino de amor  eterno, ao lado do Pai.
• Foram enviados por deus para falar do reino eterno que viria, para salvar os redimidos dos pecados.
• Batizavam em nome do Pai.
• Pregavam sobre o amor de deus, puro e verdadeiro.
• Pregavam sobre o arrependimento para a vida eterna
• Jamais cederam as tentações ou negaram a sua fé.
• João Batista grande profeta, pregava sobre o que viria.
• Jesus o maior dos profetas – o sumo sacerdote, confirmou tudo aquilo que João pregava.
• Ensinavam a seus discípulos a palavra do pai, as escrituras, para que fosse propagada.
• Faziam com que os pecadores se arrependessem e conquistassem a vida eterna.
•  João era autoritário, pois tinha a autoridade de Deus para propagar a remissão dos pecados.
Jesus era autoridade, propagava o amor, o perdão e o perdão dos pecados.

Os Doze Apóstolos (4ª Parte)



7. Mateus Levi

Mateus, o sétimo apóstolo pertencia a uma família de coletores de impostos, ou publicanos, e era, ele próprio, um coletor alfandegário em Cafarnaum, onde vivia.

Estava com trinta e um anos, era casado, possuía quatro filhos, era um homem de alguma posse, o único que tinha um certo recurso entre os do corpo apostólico.

Foi um discípulo sincero e cada vez mais crente na missão de Jesus e na certeza do Reino, tendo como ponto forte sua devoção, do fundo do coração, à causa; o que Mateus mais apreciava era a disposição que o Mestre tinha de perdoar.

Embora Mateus fosse um homem com um passado de publicano, ele saiu-se admiravelmente bem na sua tarefa e, ele era um dos apóstolos que tomavam longas notas das falas de Jesus, e essas notas foram usadas como base da narrativa posterior que se tornou conhecida como o evangelho segundo Mateus.

Mateus recebia as oferendas voluntariamente feitas pelos discípulos crentes e ouvintes imediatos dos ensinamentos do Mestre, mas ele nunca solicitou fundos abertamente às multidões, sendo que ele próprio deu a sua modesta fortuna ao trabalho do Mestre e aos seus apóstolos, quando ele viajou para proclamar o evangelho do Reino, depois do começo das perseguições, estava praticamente sem nenhum dinheiro.

Quando essas perseguições levaram os crentes a abandonar Jerusalém, Mateus viajou para o norte, pregando o evangelho do Reino e batizando os crentes, na Síria, na Capadócia, na Galátia, na Bitínia e na Trácia. E foi na Trácia.

Na Lisimáquia, que alguns judeus, não crentes, conspiraram com os soldados romanos para consumar a sua morte, esse publicano regenerado morreu, triunfante, na fé de uma salvação que com tanta certeza ele havia aprendido com os ensinamentos do Mestre, durante a sua recente permanência na Terra.

8. Tomé Dídimo

Tomé foi o oitavo apóstolo, mais tarde tornou-se conhecido como “o incrédulo Tomé”; é bem verdade que a sua mente era do tipo lógico, cético, mas ele tinha uma forma de lealdade corajosa que proibia aos seus conhecidos mais próximos considerá-lo como um cético por leviandade.

Quando se juntou aos apóstolos Tomé estava com vinte e nove anos, era casado, e possuía quatro filhos, havia sido carpinteiro e pedreiro, mas, sendo pescador, ultimamente residia na Tariquéia, apesar da pouca instrução, possuía uma mente perspicaz e de bom raciocínio.

Era estupendamente honesto e inflexivelmente leal, perfeitamente sincero e inquestionavelmente verdadeiro, mas possuía uma suspeita aflitiva, quando entrou em contato com o caráter nobre de Jesus o contato com o Mestre começou imediatamente a transformar toda a disposição interior de Tomé, causando grandes mudanças nas suas reações mentais para com os seus semelhantes.

Tomé era, em alguns aspectos, como Filipe; ele também esperava “que lhe fosse mostrado, e como”, era analítico, não meramente cético e, quando a coragem pessoal física estava envolvida, ele era um dos mais valentes entre os doze.

Tomé é o grande exemplo de um ser humano que tem dúvidas, que se confronta com elas, e que vence.

Tomé teve momentos difíceis durante os dias do interrogatório e da crucificação, por um momento, ele sucumbiu à sua depressão e à dúvida, mas finalmente retomou a sua fé e coragem.

Ele deu conselhos sábios aos apóstolos, depois de Pentecostes, e, quando a perseguição dispersou os crentes, ele foi para Chipre, Creta, costa norte da África e Sicília, pregando as boas-novas do Reino e batizando os crentes.

Tomé continuou a pregar e a batizar, até que foi preso pelos agentes do governo romano e acabou sendo executado em Malta.

sexta-feira, 24 de abril de 2020

Os Doze Apóstolos (3ª Parte)


5. Filipe

O quinto apóstolo a ser escolhido, foi chamado quando Jesus e os seus quatro primeiros apóstolos estavam no caminho de volta, vindos do local em que João batizava no Jordão, até Caná da Galiléia.

Vivia em Betsaida, provavelmente Filipe conhecia Jesus há algum tempo, mas até aquele dia no vale do Jordão em que Ele disse: “Segue-me”, ainda não conhecia Sua missão.
Filipe estava com vinte e sete anos quando se juntou aos apóstolos; ele havia se casado recentemente, mas não tivera filhos até então.

 Quando os apóstolos estavam organizados para o serviço, Filipe foi feito intendente; o seu dever era zelar para que nunca lhes faltassem suprimentos, pode-se dizer que ele cuidou bem do almoxarifado, com minuciosidade metódica e sistemática.

Se o ponto forte de Filipe era a confiabilidade metódica; o seu ponto fraco era a total falta de imaginação, ele era o homem comum típico, de todos os dias.

A qualidade de Jesus que Filipe tão continuadamente admirava era a generosidade infalível do Mestre. Filipe nunca encontrava nada em Jesus que fosse pequeno, avaro, miserável, e ele adorava essa liberalidade sempre presente e infalível, a ele sempre se referiam como o “Filipe da Betsaida, a cidade em que vivem André e Pedro”.

Faltava-lhe também muito do discernimento espiritual interno. Ele não hesitaria em interromper Jesus, no meio de um dos ensinamentos mais profundos do Mestre, para fazer alguma pergunta aparentemente tola, Jesus, entretanto, nunca lhe fazia nenhuma reprimenda por tais aparentes descuidos, Jesus estava supremamente interessado nos homens, em todas as espécies de homens.

Tinha aquele dom grande e raro de dizer: “Vem”. Quando Natanael, o seu primeiro convertido, quis discutir sobre os méritos e deméritos de Jesus de Nazaré, a resposta efetiva de Filipe foi: “Vem e vê”, não foi um pregador dogmático que exortava os seus ouvintes a fazerem isso ou aquilo, mas foi uma pessoa de exemplos pessoais “vem comigo; eu te mostrarei o caminho”. E essa é sempre a técnica eficaz, em todas as formas e fases de ensinamento.

Do mesmo modo, quando Filipe foi a Samaria, pregando e batizando os crentes, como lhe tinha sido ensinado pelo seu Mestre, ele absteve-se de impor as mãos aos seus convertidos, em sinal de terem recebido o Espírito da Verdade, Isso foi feito por Pedro e João, que vieram logo de Jerusalém para observar o seu trabalho em nome da mãe Igreja.

Filipe continuou o seu trabalho durante as horas de provações, da morte do Mestre, participou da reorganização dos doze, e foi o primeiro a ir em frente no intuito de conquistar almas para o Reino, fora das fileiras imediatas dos judeus, tendo tido muito êxito no seu trabalho com os samaritanos e em todos os seus trabalhos posteriores em nome do evangelho.

A esposa de Filipe, que era um membro eficiente do corpo feminino, tornou- se ativamente ligada ao marido no seu trabalho de evangelização, depois da sua partida para fugir das perseguições de Jerusalém, sua esposa era uma mulher destemida, ficou ao pé da cruz de Filipe, encorajando-o a proclamar as boas-novas, até mesmo para os seus assassinos e, quando lhe faltaram forças, ela começou a contar a história da salvação pela fé em Jesus e foi silenciada apenas quando os judeus irados correram até ela apedrejando-a até a morte.

Filipe, o antigo intendente dos doze, foi um homem de poder no Reino, conquistando almas onde quer que fosse; e foi finalmente crucificado, pela sua fé, e enterrado em Hierápolis.

6. Natanael

Natanael, foi escolhido pelo próprio Mestre, e trazido a Jesus pelo seu amigo Filipe, estava indo ver João Batista com Filipe, quando se encontraram com Jesus.
Quando Natanael juntou-se aos apóstolos, ele tinha vinte e cinco anos e era o segundo mais jovem do grupo, solteiro, era o único esteio de pais idosos e enfermos, vivendo com eles em Caná; os seus irmãos e a irmã eram pessoas casadas ou falecidas, e nenhum deles vivia lá.

Natanael e Judas Iscariotes eram os dois homens mais bem instruídos entre os doze, Jesus não deu, ele próprio, nenhum apelido a Natanael, mas os doze logo começaram a referir-se a ele em termos que significavam honestidade e sinceridade.
Ele era tanto honesto, quanto sincero, mesmo assim a fraqueza do seu caráter era o seu orgulho; ele era muito orgulhoso, da família, da cidade, da própria reputação e da nação; Natanael, contudo, era inclinado a ir aos extremos nos seus preconceitos pessoais, estando disposto a prejulgar os indivíduos em função das opiniões pessoais deles. E não demorou a fazer a pergunta, mesmo pouco antes de conhecer Jesus: “Pode alguma coisa boa vir de Nazaré?”

Ele era o filósofo apostólico e o sonhador, mas era o tipo do sonhador prático, os apóstolos todos amavam e respeitavam Natanael, e este se dava esplendidamente com todos, exceto com Judas Iscariotes, este achava que Natanael não levava o seu apostolado suficientemente a sério.
O dever de Natanael era o de cuidar das famílias dos doze. Ele estava frequentemente ausente do conselho apostólico, pois, quando sabia que alguma doença ou outra coisa fora do ordinário havia acontecido a alguém sob o seu encargo, ele não perdia tempo e corria logo até a casa da vítima.

O que Natanael mais reverenciava em Jesus era a sua tolerância. Ele nunca se cansou de contemplar a abertura da mente de Jesus e a generosa compaixão do Filho do Homem.
O pai de Natanael (Bartolomeu) morreu pouco depois de Pentecostes; e, depois disso, esse apóstolo foi para a Mesopotâmia e para a Índia proclamar as boas-novas do Reino e batizar os crentes. Realizou muito para a disseminação dos ensinamentos do seu Mestre, embora não tenha participado da organização da igreja cristã posterior. Natanael morreu na Índia.

Casamentos Restaurados no Senhor

  A restauração de um casamento não começa quando o outro muda, mas quando cada um assume a responsabilidade por suas próprias atitudes. A a...